Transição quer fim da Reforma Administrativa, mas nega volta do imposto sindical

Por dmm, em 29/11/2022

Deputado que integra Grupo de Trabalho da área sugere que PEC 32 seja retirada de tramitação, abrindo debate para papel do serviço público

Redação O Antagonista

Dentro do governo de transição, o grupo responsável pelos temas trabalhistas se prepara para concretizar um plano da oposição petista ao governo de Jair Bolsonaro: pedir o arquivamento da PEC 32/2020, da Reforma Administrativa no setor público. A jornalistas nesta terça-feira (29), o deputado Rogério Correia (PT-MG; foto) disse que a questão é central ao grupo de trabalho.

“Queremos retirar de debate a PEC 32, da ‘deforma administrativa’”, disse Correia. “Queremos retomar o debate sobre o que é o serviço público no Brasil e com isso formaríamos uma mesa de negociação envolvendo os mais diversos setores.”

O deputado disse ainda que, hoje, o ministério “está com a estrutura completamente dilapidada”, e que a atuação a partir do próximo governo “é de fato renascer o Ministério”. Questionado sobre a possível volta de um imposto sindical, Correia disse ser contra, como já havia indicado o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin.

“Imposto sindical acho que há um consenso que não [volte]”, disse o parlamentar, “bem porque a forma mais democrática é a assembleia dos trabalhadores deliberarem o quanto eles querem contribuir. Isso eu acho que é o mais democrático”

Foto/Crédito: Jane de Araújo/Agência Senado (Jane de Araújo/Agência Senado, CC BY 2.0 <https://creativecommons.org/licenses/by/2.0>, via Wikimedia Commons)

Fonte: https://oantagonista.uol.com.br/brasil/transicao-quer-fim-da-reforma-administrativa-mas-nega-volta-do-imposto-sindical/

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